Concórdia Saneamento traz referência nacional para avaliar estações de tratamento de água no município

Concórdia Saneamento traz referência nacional para avaliar estações de tratamento de água no município

Professor Doutor Luiz Di Bernardo é um dos principais nomes da engenharia sanitária no Brasil, com destacada atuação acadêmica e profissional

RLuiz Di Bernardoeferência no saneamento brasileiro e reconhecido pelas contribuições ao desenvolvimento de tecnologias e processos voltados ao tratamento de água, o Professor Doutor Luiz Di Bernardo está em Concórdia nesta semana para analisar as operações da Concórdia Saneamento. “O objetivo principal é fazer um diagnóstico da situação atual, verificar como estão funcionando as unidades da Estação de Tratamento de Água (ETA) e propor melhorias por meio de prognósticos que possam ser executados sem interromper o tratamento”, explica Di Bernardo.

Com carreira acadêmica e profissional consolidada na área de engenharia sanitária, Di Bernardo é um dos principais nomes nacionais no estudo da qualidade da água e na operação de sistemas de abastecimento. Em Concórdia, ele e a equipe da Hidrosan Engenharia, de São Carlos (SP), avaliam detalhadamente as operações das ETAs Floresta e São Paulo.

Formado em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo (USP), campus São Carlos, onde atuou por 36 anos e também concluiu mestrado e doutorado em Hidráulica e Saneamento, Di Bernardo possui experiência internacional, com pós-doutorado nos Estados Unidos. Ao longo da carreira, formou gerações de engenheiros, operadores de sistemas e especialistas em saneamento.

Prestes a completar 80 anos, desdobra-se em consultorias em vários estados do país, em parceria com a filha, Angela Di Bernardo Dantas, por meio da empresa Hidrosan. Ambos são autores do livro Métodos e Técnicas de Tratamento de Água, um tratado também assinado por Paulo Eduardo Nogueira Voltan, que praticamente resume a vida acadêmica, científica e profissional de Di Bernardo.

“Nosso desafio é projetar instalações e estações de tratamento condizentes com a água a ser tratada, pois ela não é constante ao longo do ano. Há períodos de chuva e seca, com florescimento de cianobactérias e microalgas, que trazem problemas significativos para as estações se elas não estiverem preparadas para remover esses contaminantes”, afirma.